[Sorteio] - Livro: Como eu era antes de você

Olá!

O livro "Como eu era antes de você", de Jojo Moyes, foi resenhado aqui no blog recentemente ([Resenha] - Livro: Como eu era antes de você).

Ele conta a história de uma jovem chamada Lou que foi trabalhar como cuidadora de um tetraplégico. O novo patrão (Will) não aceitava a condição em que vivia e o relacionamento entre os dois era muito complicado.

As coisas começam a mudar quando Lou descobre que Will não quer continuar a viver...

Em parceria com a Editora Intrínseca, vamos sortear um exemplar entre os leitores do Ratas de Biblioteca! Para participar, leia as regras, preencha o formulário e boa sorte! Serão aceitas inscrições até o dia 28/04/2016.
Regras
Para participar você só precisa:
1. Ter endereço de entrega no Brasil;
2. Curtir a página do Ratas de Biblioteca no facebook;

3. Preencher o formulário abaixo uma vez.

Chances extras
Você pode preencher o formulário mais uma vez sempre que:
1. Compartilhar o link da promoção no Facebook PUBLICAMENTE (não se esqueça deste detalhe, você precisa alterar a configuração de privacidade);
Exemplo de post "público".

Atenção: Não há limites compartilhamentos no Facebook e postagens no twitter, mas pedimos que seja apenas uma vez por dia, ok?

2. Divulgar o sorteio em seu blog;
3. Seguir o @rtsdebiblioteca no Twitter;
4. Tweetar "Estou concorrendo a um exemplar de 'Como eu era antes você' no @rtsdebiblioteca! http://goo.gl/b2Ar7o";
5. Seguir o blog publicamente no Google Friend Connect (para isso, clique em Participar deste site, na coluna à direita);
6. Seguir @rdebiblioteca no Instagram (instagram.com/rdebiblioteca).

Lembrando que as "chances extras" são opcionais! Você pode preencher o formulário mais uma vez a cada item que cumprir.


Qualquer dúvida, é só perguntar aqui nos comentário, no Twitter, no Instagram ou no Facebook. O sorteio será feito via Random. O vencedor terá 48h para responder o e-mail com os dados de envio, caso contrário uma outra pessoa será sorteada. ;)

Boa sorte a todos!

[Resenha] - Livro: Como eu era antes de você

O livro "Como eu era antes de você", de Jojo Moyes, conta a história de uma jovem desempregada que aceitou trabalhar como cuidadora de um tetraplégico. Lou Clark tinha 26 anos e morava com os pais, a irmã, o sobrinho e o avô. Quando assumiu a responsabilidade de cuidar de Will Traynor, a vida dela se transformou. O contrato era de seis meses.

O novo patrão era irônico, mal humorado e, aos 36 anos, não se conformava com condição em que vivia. O homem foi atropelado por uma moto e perdeu os movimentos do pescoço para baixo. O antigo mulherengo aventureiro passou a depender de outras pessoas 24 horas por dia.

Will estava com data marcada para morrer. Ele conseguiu convencer os pais a levá-lo a uma clínica onde o suicídio seria assistido. Isso era um segredo, mas Lou acabou descobrindo. Ela, então, entendeu o motivo de ter sido contratada para trabalhar por apenas seis meses.

Lou Clark achou aquilo tão absurdo que pensou em desistir do emprego. O carinho que tinha por Will e os apelos desesperados dos pais dele, no entanto, deram força para a cuidadora se esforçar ao máximo para fazer Will mudar de ideia.
Opinião: Ouvi falar muito, muito, muito, muuuito sobre esse livro e fiquei curiosa!
Solicitei um exemplar para a Intrínseca e li tudo bem rápido. Apesar de ter achado a escrita envolvente, não consegui me apaixonar tanto assim pelos personagens... Eu bem tentei, juro. Mas não estava nem um pouco no clima de leitura sobre suicídio. Mesmo sendo super emotiva, não consegui nem mesmo chorar, como tanta gente chorou. Quero ler a sequência, "Depois de você", para ver se minha impressão melhora.

A Warner divulgou o trailer do filme inspirado no livro e parece que esse sim vai me arrancar lágrimas. :') A previsão de lançamento é junho deste ano. Will é interpretado por Sam Claflin (Jogos Vorazes) e Lou, por Emilia Clarke (Game of Thrones).

Avaliação:

Alguém já leu este livro? Estão animados com a adaptação para o cinema?

* cortesia da editora

[Resenha] - Diário Extraordinário

Boa tarde, leitores!

Solicitei este diário para a Intrínseca e achei a coisa mais fofa. Eu tive meu primeiro diário com quatro anos, então tenho muitas histórias guardadas. haha Este, no entanto, quem vai usar é a Amandinha.
As páginas possuem citações do livro "Extraordinário".
Diário extraordinário” é um caderno pautado que pretende inspirar novos escritores. A cor da capa remete à capa do livro “Extraordinário”, de R.J. Palacio, também publicado pela Editora Intrínseca.

Frases motivacionais, ditas por personagens do livro de Palacio, enfeitam as páginas do diário. As folhas em branco convidam o leitor a registrar pensamentos, ideias, planos e recordações. Escrever é uma forma de se conhecer.
Meu lápis da Tristeza, de Divertidamente, combinou com a cor do diário.

Compre online:
Submarino
Saraiva
Livraria Travessa
Extra

Veja algumas páginas:

* cortesia da editora

[Entrevista] - Rick Bastos


Boa noite, leitores!
Leia no G1: “Escritor com síndrome rara conhece o mundo através dos pais e de livros”
O entrevistado de hoje é o escritor Rick Bastos, autor de “As nuvens”. Em agosto do ano passado, fiz uma matéria sobre a vida dele para o G1 e nós acabamos nos tornando amigos. Ricardo tem uma síndrome muito rara (Langer-Giedion) e, há quase vinte anos, não sai da cama. Ele conhece o mundo através da literatura, de filmes e dos pais.

Fiquei muito contente quando ele aceitou o convite de participar do "Entre ratos" do blog! Espero que gostem da entrevista!

Qual o livro despertou seu gosto pela leitura e quando foi isso?
Na escola que eu cursei o ensino médio, os professores de português mandavam os alunos lerem os livros e fazerem um resumo das histórias. Tínhamos pouco tempo para entregar esse trabalho. Alguns autores eram bem conhecidos na época, como Orígenes Lessa e Pedro Bloch. Para mim foi uma vivência muito boa. Aprendi que ler era um alimento importante para a alma.

http://lauraconrado.com.br/
Acho que um livro deve ser lido sem regras. Tem um sabor especial quando o leitor é livre para ler com mais tempo, e não de um jeito apressado. O livro que despertou o meu gosto pela leitura foi “Freud, me tira dessa!”, da minha queridíssima amiga Laura Conrado. Tem uns quatro anos que isso aconteceu. Lembro que havia um concurso promovido pelo programa de TV, “Brasil das Gerais”, no qual os participantes tinham que contar sobre o livro que mais marcou a sua vida! E eu fui escolhido em primeiro lugar e ganhei dez livros muito interessantes. Vibrei muito quando saiu o resultado!

Qual seu personagem favorito do universo literário?
Emília, personagem criada por Monteiro Lobato.

Qual o livro com que mais se identifica e por quê?
“Uma vida sem limites”, de Nick Vujicic. O livro é todo inspirador. Conta a história da vida de um homem que nasceu sem braços e pernas. Ele consegue superar a sua deficiência com uma força de vontade impressionante.

A mensagem de esperança que ele passa para outras pessoas... não tem como não se orgulhar e admirá-lo. O ser humano independente dos limites que a vida transpõe é capaz de erguer os obstáculos e de manter a fé diante de suas dificuldades.

Um livro que foi adaptado para o cinema e você gostou.
“E Se Fosse Verdade”, de Marc Levy.

Um livro que foi adaptado para o cinema e você detestou.
“Marley & Eu”, de John Grogan.

Qual seu estilo literário preferido? É o mesmo que você escreve (poesia)?
Prefiro romances de época e chick-lit. Na verdade, são os gêneros que mais me chamam atenção quando vou escolher um livro para ler. Gosto de escrever poesias, mas não seria este o meu estilo literário. Se eu pudesse, escreveria um romance com uma boa pitada de humor. Acho que daria conta do recado (risos).

Quais são os autores que você admira?
Os autores que eu mais admiro na atualidade são Samanta Holtz, Lu Piras, Laura Conrado, Marina Carvalho, Iris Figueiredo e Maurício Gomyde. Gosto também das poesias e crônicas de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meirelles, Mario Quintana e Clarice Lispector. Já os mais renomados que me inspiram espiritualmente são Max Lucado e Augusto Cury, por serem ótimas companhias para a mente, o corpo e a alma.

Quantos livros leu no ano passado? Qual o melhor?
Mais ou menos 30 livros. “Perdida”, de Carina Rissi.

Quais são suas bandas preferidas?
Legião Urbana, Roupa Nova e Beatles.

E os melhores filmes?
"De Volta Para o Futuro", "À Procura da Felicidade", "Intocáveis", "Velozes e Furiosos" e "007"(todos).

Você vê alguma série de TV?
Sim. Algumas com o enredo humorístico, outras mais focadas em relacionamentos familiares, como é o caso de "Full House". Às vezes, assisto "Friends", que é uma série capaz de arrancar risadas mesmo quando as coisas do cotidiano estão entediadas demais. Mas o que eu adoro ver é aquela série "Um Maluco no Pedaço", com o Will Smith. Vale a pena rever sempre que possível!

Deixe uma citação, uma passagem de algum livro que seja especial para você.
Eu poderia deixar aqui várias citações ou passagens de uma porção de livros que eu gostei muito e que foram especiais para mim. Foi uma escolha muito difícil, mas vamos lá! O livro "Renascer de um Outono", da Samanta Holtz tem uma passagem encantadora, que por acaso, acrescenta uma conexão entre minha vida e os limites que ela percalça. Eis aqui!
“Chega um momento na vida em que você quase para de viver, acorrentando-se em pensamentos. É uma espécie de saudade súbita que acomete sem aviso, trazendo uma falta profunda dos momentos vividos no passado e a impressão de que não os aproveitamos bem o suficiente”.
Você pode saber mais sobre a história e a poesia do Rick nos links abaixo:

♥ As nuvens
♥ Rick Bastos - Escritor e poeta
♥ LGS Community

[Resenha] - Livro: O Mágico de Oz

"O Espantalho ouviu com atenção e disse:
– Não entendo como você pode querer ir embora deste lindo lugar e voltar para o lugar seco e cinzento que você chama de Kansas.
– Isso porque você não tem cérebro – respondeu a garota. – Por mais que as nossas casas sejam tristes e cinzentas, nós, as pessoas de carne e osso, preferimos viver nelas do que em qualquer outro lugar, mesmo o mais lindo do mundo. Não existe lugar igual à casa da gente".
O livro “O Mágico de Oz - Edição comentada e ilustrada”, escrito por L. Frank Baum e publicado pela Zahar, narra as aventuras da menina Dorothy, que vive no Kansas com os tios. Durante um ciclone, é arrastada com casa e tudo para outra terra, acompanhada do cachorrinho Totó.

Chegando neste outro “mundo”, a casa dela cai em cima de uma bruxa má do local e, por isso, a pequena passa a ser considerada uma feiticeira muito poderosa. Ela recebe um beijo de proteção da Bruxa Boa do Norte e ganha os sapatinhos prateados daquela malvada que, sem querer, derrota.

Mesmo estando em um lugar bonito, tudo o que Dorothy quer é voltar para seu lar. Ela recebe o conselho de que deve procurar o Mágico de Oz, no País das Esmeraldas. Para isso, a pequena precisa percorrer um longo caminho, repleto de perigos.

No trajeto, ela encontra um Espantalho, um Lenhador de Lata e um Leão. Os três pedem para acompanhá-la, pois cada um tem um pedido para o grande e famoso mágico. Juntos, eles seguem na estrada de tijolos amarelos.

Enfrentando diversos obstáculos, os quatro amigos ensinam ao leitor aquela velha lição de que tudo aquilo que procuramos está dentro de nós.

Avaliação: 
"– Não, minha cabeça é vazia – respondeu o Lenhador de Lata. – Mas antigamente eu tinha um cérebro, e também um coração. Como experimentei os dois, prefiro ter um coração."

Foto com que ganhei
o livro em um concurso cultural.
Opinião: Dorothy tem seis anos e os sapatinhos são prateados, não vermelhos. Informações como essa estão nessa edição maravilhosa da Zahar! É um livro lindo demais. Tem capa dura, ilustrações originais de W.W. Denslow e vários comentários. Gostei de conhecer o contexto em que obra foi escrita.

Ganhei este exemplar em um concurso cultural. A foto vencedora foi essa da sapatilha vermelha na "estrada" de tijolos amarelos.

Tenho mania de ler tudo na ordem mesmo, não gosto de pular nada. Por isso, acabei ficando um pouco incomodada com os textos que antecedem a história (Apresentação e Prefácio). “Baseado em fatos reais: ‘O Mágico de Oz’ como alegoria política e monetária”, muito bem escrito por Gustavo H.B. Franco, compara cada trechinho de L. Frank Baum com um período da história econômica dos EUA. Isso acabou tirando a surpresa de alguns momentos, sabe?

Quadrinho em ponto cruz que bordei com frase do livro.
Na Apresentação (“O Historiador Real de Oz”), de Martin Gardner, a vida de L. Frank Baum é descrita. Ele era uma pessoa polêmica e não consegui me simpatizar muito com ele. Meu conselho é que você não leia os textos antes de ler a história. :) Mas não os deixe de lado, pois são bem interessantes.

Em um teatro na escola, quando era pequena, interpretei a Dorothy. Por isso, possuo uma ligação forte com a personagem e fiquei ainda mais encantada lendo a versão original. O filme clássico de 1939, com Judy Garland, está disponível na Netflix. Pretendo vê-lo ainda nesta semana!
"–Ufa! – disse o Leão Covarde, suspirando de alívio. – Estou vendo que vamos viver mais um pouco, e ainda bem, porque não estar vivo deve ser muito desconfortável."
Cena do filme de 1939. 

Espero que tenham gostado!

Até mais!

[Resenha] - Livro: Egito, arte na idade antiga

Boa noite! Essa é a primeira resenha (de muitas!) em parceria com a Callis. Conheça todo o catálogo no site da editora
O livro "Egito", da série "Arte na idade antiga", escrito por Sueli Lemos e Edna Ande, faz uma viagem pela cultura egípcia através da arte. Pirâmides, esfinges e esculturas são apresentadas com fotos detalhadas, mapas e curiosidades. A obra é uma publicação da editora Callis.

Em 64 páginas, as autoras convocam o leitor a refletir sobre a complexidade da arte produzida no país africano, oferecendo questionamentos e explicações em uma narrativa clara. Desenho, pintura, escrita hieroglífica, deuses e arquitetura estão entre os temas abordados na obra.

A riqueza de informações é acompanhada de uma pesquisa iconográfica bem feita. O projeto gráfico e a diagramação são outros pontos que chamam atenção no livro.

As escritoras são formadas em Arte pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, possuem pós-graduação em Arte Terapia pela Faculdade São Marcos e fizeram um curso de História da Arte na Universidade de São Paulo (USP). São, além de tudo, amigas, como descrevem na biografia.
Opinião: Sou apaixonada pelo Egito Antigo. Quando vi este livro no catálogo da editora não exitei em solicitar. A leitura foi um verdadeiro passeio pelo passado! Minha vontade de conhecer o país e as pirâmides só aumentou.
Avaliação: 


* cortesia da editora

[Resenha] - Livro: Malala, a menina que queria ir para a escola

Instagram @rdebiblioteca
No Dia Internacional da Mulher, a resenha é de um livro escrito e ilustrado por mulheres e que tem uma mulher corajosa como tema. Em “Malala, a menina que queria ir para a escola”, a jornalista Adriana Carranca conta a história da paquistanesa Malala Yousafzai. O texto é voltado para o público infantojuvenil e as ilustrações são de Bruna Assis Brasil.

Malala vivia no Vale do Swat, que foi tomado por um grupo extremista, o Talibã. Com armas e ameaças, este pessoal ditava as regras do local e deixava todo o povo com medo. As meninas não podiam sair às ruas.

Em um lugar onde a educação – e muitos outros direitos – são negados às mulheres, a criança manteve-se firme no propósito de lutar por aquilo em que acreditava. Ela atualizava um blog na BBC, sob um pseudônimo, relatando a situação do vale. Isso não agradou aos talibãs.

Aos 15 anos, Malala sofreu um atentado, foi baleada, e quase perdeu a vida. A menina voltava de uma prova do colégio e duas amigas que estavam com ela também ficaram feridas.

O livro-reportagem traz ilustrações combinadas com fotografias, facilitando a ambientação da história. O quarto de Malala, as ruas da cidade, o local onde ela foi baleada… Tudo é descrito com uma riqueza visual e textual.

Em 2014, Malala ganhou o Prêmio Nobel da Paz. Atualmente, para a segurança dela e de sua família, vive na Inglaterra, onde continua lutando pelo direito à educação das meninas.

Opinião: O livro de Adriana Carranca apresenta aos jovens leitores a força das palavras e a coragem de Malala. Fiquei encantada com a obra, com o projeto gráfico, com as ilustrações, com o fato de a jornalista ter viajado ao Vale do Swat para escrever a história! “Malala, a menina que queria ir para a escola” é inspirador, intenso e, ao mesmo tempo, delicado. O texto carrega uma singeleza que só uma autora que mantém o espírito de criança conseguiria escrever.

Avaliação

Crédito: Bruna Assis