[Resenha] - Filme: Casamento Grego 2

Boa tarde, ratinhos! Minha dica de hoje é estourar uma pipoca e assistir ao filme "Casamento Grego 2" (My Big Fat Greek Wedding). Com direção de Kirk Jones, a obra é a continuação do clássico da Sessão da Tarde "Casamento Grego" (2002), com Nia Vardalos e John Corbett nos papéis de Toula e Ian, respectivamente.

Cena do filme "Casamento Grego". Crédito: Telecine
Se, no primeiro, a confusão girava em torno do casamento entre Toula e um "não grego", desta vez a família Portokalos se reúne para que os chefes da família oficializem a união. Sim, eles não são casados! Há 50 anos juntos, somente agora Gus" Portokalos (Michael Constantine) percebe que a certidão de casamento com Maria (Lainie Kazan) não foi assinada por um padre.

Os preparativos para a cerimônia, no entanto, são cheios de desentendimentos, já que Gus acredita não ser necessário um pedido formal e romântico para Maria. Além deste conflito central, a trama conta ainda com o fato de que Paris (Elena Kampouris), filha de Toula e Ian, está prestes a ir para a faculdade. Sufocada pela família grega, a garota de 17 anos quer distância de todo aquele drama.
O casal Toula e Ian está de volta em "Casamento Grego 2". Crédito: Telecine 
Uma comédia romântica leve, engraçada e encantadora. Gostei de ver o que aconteceu com as personagens - Toula ainda trabalha no Dancing's Zorba e Ian é diretor da escola de Paris - e matar a saudade dos diálogos singelos e divertidos. Ah, e foi incrível perceber que as mulheres Portokalos começaram a questionar os seus papéis dentro da família.

Assisti a este filme no último sábado (18), na Super Estreia do Telecine Premium, na faixa das 22h. Ao longo desta semana, ele passará em outros canais. Confira os horários aqui.

♥ Veja o trailer:


Espero que tenham gostado! Beijo e até o próximo post.

[Resenha] - Livro: Escritos em verbal de ave

O livro "Escritos em verbal de ave", de Manoel de Barros, traz poesias do escritor em uma encadernação especial publicada pela LeYa.

Os pequenos textos aparecem soltos em uma paginação bem "diferentona". Não fiz mais fotos porque, dessa forma, o livro perderia toda a sua graça. Fiquei muito surpresa quando abri o livro!

A linguagem de Manoel de Barros faz com que a gente sinta cheiro de terra, de suor e de joelho ralado. A inocência - e a sabedoria - presente nas palavras do poeta trazem à tona a vontade de voltar a ser criança.

A leitura de "Escritas em verbal de ave" é muito, muito rápida. Meu conselho é que você tenha calma e saboreie cada sílaba.

Avaliação: 

[Resenha] - Filme: La La Land


De vez em quando a gente precisa de um empurrãozinho para voltar a sonhar. Quando entrei no cinema na última sexta-feira, não pensei que sairia de lá tão tocada.

O musical "La La Land - Cantando estações" (2016) tem os atores Emma Stone (Mia) e Ryan Gosling (Sebastian) nos papéis principais. Na história, ambos estão em busca do sucesso. A trilha sonora maravilhosa é assinada por Justin Hurwitz.

Mia é uma atriz que abandonou o curso de direito para tentar a sorte em Los Angeles. Trabalha como garçonete e faz testes atrás de testes. As respostas, no entanto, nunca são boas.

Sebastian é um pianista apaixonado por jazz que vê com tristeza o ritmo sendo esquecido na cidade. Seus empregos (temporários) não lhe dão a liberdade de tocar o que realmente gosta. Talentoso, sonha em abrir seu próprio clube de Jazz.

O longa dirigido por Damien Chazelle foi o grande campeão da 74ª edição do Globo de Ouro, realizado em 2017, vencendo em sete categorias.

Já para o Oscar, cuja cerimônia será realizada no dia 26 de fevereiro, o filme recebeu 14 indicações. "La La Land" concorre às estatuetas de melhor filme; direção; roteiro original; atriz (Emma Stone); ator (Ryan Gosling); trilha sonora; canção original, com "Audition (The fools who dream)" e "City of stars"; fotografia; mixagem de som; edição de som; direção de arte; figurino e edição.

Mas vamos à lágrimas que me levaram a escrever este post! "La la land" tocou o meu coração de um jeito que me deixou assustada. Saí do cinema chorando e chorei durante todo o caminho para casa. E não foi (só) porque fiquei abalada com o desenrolar da vida das personagens, mas porque a tela parecia estar me lembrando de tudo o que acabei abandonando nos últimos anos.

Eu sou movida a sonhos e estive presa ao mesmo lugar por muito tempo, justamente por ter deixado de cultivá-los. A trilha sonora, as cores (muito amarelo, azul e vermelho!), o figurino e os diálogos reviraram minha mente e trouxeram à tona o que há de mais puro em mim: minha sensibilidade. Se você é pelo menos um pouquinho sonhador, recomendo este filme. Espero que a sua experiência seja tão intensa quanto foi a minha.


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