[Resenha] - Livro: Para sempre


O livro Para Sempre, Editora Novo Conceito, 144 páginas, escrito por Kim e Krickitt Carpenter, conta a história de amor e superação dos dois autores. Com menos de três meses de casados, sofreram um acidente que acabou por deixar Krickitt em um estado muito delicado. A mulher, após ficar em coma por várias semanas, teve parte de sua memória perdida e o intervalo de um ano e meio anterior ao acidente tornou-se desconhecido para ela.

Esse tempo, infelizmente, dizia respeito à fase de namoro, noivado e casamento dos dois. Portanto, como diz a sinopse oficial do livro, a mulher que Kim amava morreu naquele acidente. Foi necessário que ambos redescobrissem o sentimento em meio a muitos problemas e complicações.


Kim e Krickitt
Opinião: Achei a história tocante, bonita mesmo. Leitura rápida, mas sem muita riqueza na escrita, sendo esta bem simples e direta. Um filme sobre este casal foi lançado em 2012, com Rachel McAdams e Channing Tatum nos papéis principais. Pretendo assisti-lo em breve. ^_^

[Sorteio] - Primavera com Livros

A primavera está chegando! Nada melhor do que enfeitar sua estante com livros novos! Pensando nisso, o Ratas de Biblioteca se reuniu com mais oito blogs para realizar um sorteio SURPRESA. O ganhador levará para casa NOVE livros. Para concorrer, basta preencher o formulário no fim desta postagem. Não deixe de participar! :)



• O sorteio irá de até 22/08/2013 até 22/09/2013;
• Será apenas um ganhador;
• O ganhador terá 3 dias para responder o e-mail com seus dados. Caso isso não aconteça, um novo sorteio será realizado;
• Os livros sorteados só serão revelados depois da realização do sorteio;
• O participante deverá ter, obrigatoriamente, endereço de entrega no Brasil;
• Os blogs terão 30 dias após o sorteio para o envio dos livros;
• Não existem regras obrigatórias.

a Rafflecopter giveaway

Que a primavera te traga muitos livros!


PROMOÇÃO ENCERRADA - RESULTADO
Dom Dom Almeida

[Resenha] - Livro: O Lobo do Centeio



Escrito por Janaina Tokitaka, Editora Escrita Fina, "O Lobo do Centeio" é uma graphic novel sobre a lenda do lobisomem.

A história se passa em um pequeno vilarejo com campos de centeio. Em uma noite de lua nova, os ataques começaram: cada manhã revelava uma nova vítima do cruel lobo. Enraivecidos pela perdas, os homens da pequena vila decidem se vingar. Mesmo advertidos por um antigo morador de que as coisas poderiam não acabar bem, os camponeses se juntam e entram na floresta. O lobo é morto!

Todas as pessoas comemoram! Porém, são surpreendidas no dia da colheita: os grãos de centeio ficaram todos negros, a plantação foi arruinada. A partir daí, a maldição do lobo começa...


Opinião: O livro é muito bonito, com ilustrações que combinam perfeitamente com a temática sombria da história. Leitura rápida que, confesso, me deixou um pouco assustada!

[Thaís diz] - Direto do túnel da blogosfera

"Hey, girls, tudo bem?". Pois é, era assim mesmo. Uma mistura constante de termos em inglês no meio das frases. Era quase automático dizer que alguma coisa era "perfect". O blog era perfect, a atriz era perfect, a melhor amiga também era perfect. E tudo narrado de uma maneira realmente pessoal. A origem dos blogs é marcada pela presença dos "diários virtuais", levando o termo ao pé da letra.
Meu primeiro "lay personalizado"
ganhei em um concurso e tinha fotos
da Hilary Duff. ♥

Ah, a blogosfera que a Yala me apresentou! Ninguém se importava muito com as roupas que você usava. Postar fotos? Um luxo raro. Era interessante contar o que ganhou de aniversário e usar layout com foto de famosas (Hilary, Lindsay, Avril, Angelina...).

Os gifs animados, as músicas da Jojo no player, scripts que pediam o nome do visitante só para que a mensagem de "Seja bem vindo, Fulano" fosse personalizada, o calendário da Hello Kity... tudo colocado com muito carinho e com a melhor das intenções. Quanto mais coisa mexendo e pulando na tela, mais legal.

Acha pouco? Havia efeito de neve caindo e corações que saiam do cursor. Os tutoriais, os "geradores de código" e os fóruns eram uma mão na roda e facilitavam as vidas de nós, blogueiros. Era comum trocar o layout sempre, principalmente perto de datas comemorativas (que atire a primeira pedra quem viveu essa fase e não viu pelo menos um blog com foto das Meninas Malvadas vestidas de Mamãe Noel no layout no fim do ano!).

Os concursos/awards elegiam o blog mais legal, o mais cute, o mais paty, o mais completo, o com melhores textos, o do melhor template... e a quantidade de categorias e prêmios (do tipo "uma montagem", "um layout", "um button personalizado") se perdiam no infinito, precisando descer a barra de rolagem colorida para ver todas. Já adotei cachorrinhos, pintinhos e gatinhos em outros blogs e eles se tornavam os "mascotes" da página.

Nos perfis não podia faltar o que você amava e odiava! E, claro, quase todo mundo odiava "copycats". Eu odiava e nem entendia o que era. Depois, descobri que esse termo definia quem copiava o layout ou algum código de outro blog sem permissão. Como o Phellipe disse, acontecia mesmo um barraco virtual quando alguém descobria e denunciava. Hoje tudo está a disposição e as pessoas nem se lembram de creditar quem disponibilizou gráficos e tutoriais, né? E a vida virtual segue com barracos por outros motivos.

Ninguém queria dinheiro. Queríamos amigos. Pessoas que também se sentissem à vontade atrás da tela do computador. Era um mundo à parte que a maioria dos nossos conhecidos do dia-a-dia não sabia que existia, por isso os "fakes" eram poucos e as postagens muito pessoais e cheias de detalhes.

Sinto falta da ingenuidade daquela época, mas também fico um pouco aliviada por algumas coisas terem mudado. O que resta é realmente o sentimento de nostalgia - saudade do que não se pode recuperar. Bregas? Claro que éramos! Mas tenho certeza que, no futuro, nós, mais uma vez, daremos risada dessa blogosfera de 2013 - por questões que, por agora, achamos bacanas.



[Resenha] - Livro: Pobre não tem sorte



O livro Pobre não tem sorte, Editora All Print, 2ª Edição, São Paulo, 2010, foi escrito pela paranaense Leila Rego. Em 244 páginas, conta a história de Mariana, uma jovem de 26 anos que possui um noivo lindo (e rico) chamado Edu, amigas estilosas e um saldo bancário quase sempre negativo.

Viciada em roupas de marca, maquiagens e sapatos, a protagonista (que conta tudo em primeira pessoa), é muito ligada às aparências. Para ela, o que os outros vão dizer ou pensar importa mais do que sua verdadeira felicidade. Seu salário não é o bastante para satisfazer seus desejos de consumo.

Está prestes a realizar o sonho de sua vida: casar e se tornar uma socialite. Ela só não contava que, no dia do casamento, seria abandonada. Mariana é engraçada e participar de sua vida é uma experiência marcante. Seja pela forma como cativa o leitor, seja pela "raivinha" que algumas vezes desperta.
Opinião: Achei o livro divertido e algumas vezes emocionante. A personagem Mariana, criada por Leila, encanta o leitor, ao mesmo tempo em que choca, e convida a uma reflexão sobre o significado da palavra "valor". Só não gostei muito da edição, acredito que tenha falhado, pois encontrei alguns errinhos. No entanto, é um livro que recomendo e classifico como um dos melhores Chick-Lits nacionais. (E há autógrafo e uma dedicatória fofíssima da autora para a Amanda nele! )

*cortesia da autora

[Resenha] - Livro: Mar de dentro


O livro "Mar de dentro", 2002, Editora Record, escrito por Lya Luft narra a infância de uma Lya criança, curiosa, bagunceira e inteligente. A autora faz, com ela mesma, uma viagem pelo passado, como se buscasse as origens dos personagens que habitam sua mente.

Junto com Lya, o leitor conhece o jardim em que ela brincava, o escritório do pai advogado, a praia e os rochedos que visitava junto com sua família.

A menina escondida embaixo dos móveis, que possuía dificuldade para aprender "coisas de menina", faz um convite à introspecção por meio de um texto em prosa muito poético. A singeleza no seu jeito de contar a história chama a atenção e torna o livro marcante.

"Talvez por isso mantive esse amor pela hora do amanhecer, quando a casa ainda dorme mas eu assisto à chegada da luz, e a respiração do mundo reinicia.

Em uma fase muito difícil, já adulta, comecei a dormir com as venezianas abertas: quando a realidade reassumia formas e cores lá fora, eu sabia que seria capaz de viver um dia mais." (página 52)

Opinião: Muito fofo, muito lindo. Não havia lido nenhum livro dessa autora - apenas alguns textos aleatórios. Gostei da forma como ela conduziu a narrativa, mesclando realidade e fantasia de uma maneira quase mágica.