[Entrevista] - Marcella Ximenes

Essa sessão é dedicada aos leitores do blog. Quer participar? Envie um e-mail com o assunto "Entrevista" para rdebiblioteca@yahoo.com.br. A convidada de hoje é minha amiga Marcella, do blog Oi, Tatu do Bem
Marcella Ximenes tem 20 anos e, assim como eu, estuda Jornalismo na UFMG. Ela é apaixonada por gatos (principalmente o Leôncio, seu gatinho gorducho e laranja)  e, também, pelas palavras.
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1. Qual o livro despertou seu gosto pela leitura e quando foi isso? 
Eu sinceramente não me lembro.  Desde que eu me entendo por gente eu ganho e peço livros de presente. Acho que um grande incentivador foram as revistinhas da Turma da Mônica, que era fáceis de ler e muito divertidas, foi a partir delas que eu fui me interessando em ler e querendo livros maiores e diferentes.

2. Qual seu personagem favorito do universo literário?
Socorro! Não consigo ter só um personagem preferido nem em um livro, imagina no universo literário! Eu adoro as protagonistas da Meg Cabot: Mia Thermopolis, Suze Simon, Heather Wells, etc. Elas são muito engraçadas, espertas e você sempre consegue se identificar com elas. Além disso, eu sou apaixonada por Rudy Steiner de A menina que roubava livros - ele pisoteia meu coração - e adoro a narradora do livro também, a Morte.

3. Qual o livro com que mais se identifica e por quê? 
O que eu mais me identifico, talvez seja Eu sou o mensageiro, de Markus Zusak. Os personagens são pessoas comuns, mostra uma realidade bem crua mesmo, mas de um jeito muito bonito. São muitas cenas cotidianas que acontecem com a gente todo dia de um ponto de vista super  especial. Além disso, o protagonista se acha um perdedor, que nunca fez nada importante, sem rumo na vida e tem um cachorro que fede chamado Porteiro ♥♥ Como não se identificar?

Marcadores de página de Marcella.
4. Um livro que foi adaptado para o cinema e você gostou. 
Para mim, a adaptação de um livro não precisa ser fiel para ser boa. Por mais que a gente queira ver as coisas do jeitinho que a gente imaginou na tela, pode sair diferente. Um filme que eu adoro e que não tem NADA a ver com o livro é O Diário da princesa. Os personagens são completamente diferentes e a história também, mas adoro tanto a Grandmere fofa do filme, quanto a surtada do livro.

5. Um livro que foi adaptado para o cinema e você detestou.
Talvez por ser o mais recente, ou por ser a adaptação do meu livro preferido, eu odiei o filme A menina que roubava livros. Entre muitas coisas, eu não gostei da forma como representaram a morte (mesmo sendo ‘só’ uma voz) por que ela ficou suave demais: no livro a narração dela tem um peso danado. Apesar disso, estava até aproveitando o filme pensando só que “podia ser melhor”, mas aí chegou no final e AAAAAAAARGH QUE COISA RUIM MEU DEUS PORQUE FIZERAM ISSO QUEIMA SOCORRO. Ali teve um erro grotesco de direção, atuação e tudo mais porque não foi comovente, nem dramático, ficou ridículo. Eu até ri. De desgosto.

6. Qual seu estilo literário preferido?
Eu prefiro romance, é o que mais leio. Gosto de contos também, mas o problema é que eu quero que alguns durem pra sempre, ou pelo menos um livro inteiro, não poucas páginas.

7. Qual o autor que mais admira?
Eu admiro muitos, mesmo. Dois dos livros que eu mais amo são do Markus Zusak , um escritor australiano, autor de Eu sou o mensageiro, A menina que roubava livros e A garota que eu quero. Eu adoro o jeito que ele escreve, sempre poético e focando nos pequenos detalhes. Também estou apaixonada pelas irmãs Bronte <3 Li o Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Bronte, que é de partir o coração, e fiquei super admirada de como o livro é viciante e comovente, sendo o único romance que ela escreveu, publicado lá em 1847. Quando fui pesquisar sobre a autora, descobri a história dela e das irmãs, que também foram escritoras e já estou procurando ler os livros delas, como Jane Eyre, de Charlote Bronte, que, vendo alguns filmes, já é um preferido.

8. Quantos livros leu até agora, em 2014? Quais os favoritos?
Não faço ideia!! Acho que mais de 10. Os meus favoritos foram a coleção de contos que Arthur Conan Doyle escreveu sobre Sherlock Holmes, porque adoro as versões para televisão e cinema que já foram feitas. Foi muito legal ver de onde surgiu o personagem.  Li dois livros do John Green que adorei: A culpa é das estrelas e Cidades de Papel. Estou meio atrasada porque todo mundo já é fã dele, e com razão: ele junta humor e sensibilidade de um jeito lindo.

9. Deixe uma citação, uma passagem de algum livro que seja especial para você.
 “Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito” – Liesel Meminger em A menina que roubava livros de Markus Zusak.
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Com participação especial de Leôncio, esta é a estante de Marcella:



E aí, o que acharam?
As opiniões dela são muito diferentes das de vocês?

[Inspiração] - Bibliotecas

Olá!

Passeando pelo Pinterest, separei algumas fotos inspiradoras de bibliotecas. Não entendo muito de decoração, mas sei que os livros me transmitem uma sensação boa, como se tornassem o ambiente mais aconchegante. Enquanto não realizo o desejo de ter a minha biblioteca, não custa sonhar, né?



E aí, o que acharam delas? Vocês têm biblioteca em casa? Quais são suas referências de biblioteca dos sonhos?

[Resenha] - Livro: Diário de Pilar em Machu Picchu


Como conheci a Pilar?


Quando fazia estágio na Biblioteca Universitária da UFMG, participei da criação do programa No ritmo da Lombada, em parceria com a Rádio UFMG Educativa (104,5 FM). Ele vai ao ar toda quarta-feira, às 16h15. Produzi muitos programas de que gostei, mas esse (acima), sobre o "Diário de Pilar na Grécia", foi especial. Funcionava assim: eu buscava, dentro da Universidade, pessoas apaixonadas por literatura para serem entrevistadas. A UFMG possui o Centro Pedagógico, com turmas do Ensino Fundamental, e lá conheci a pequena Alice Borges, que sugeriu as aventuras de Pilar como tema de um programa. E não é que deu certo? Fiquei encantada com o que ela contou sobre o "Diário de Pilar na Grécia"! Quando a Zahar anunciou o lançamento de o "Diário de Pilar em Machu Picchu", minha curiosidade falou mais alto e não pude deixar de ler! Bem, vamos à resenha!

O livro "Diário de Pilar em Machu Picchu", escrito por Flávia Lins e Silva e ilustrado por Joana Penna, tem 168 páginas e narra as aventuras vividas por Pilar junto a seu gato Samba e seu mais-que-amigo melhor amigo Breno.

Pilar é dona de uma rede mágica, capaz de teletransportar pessoas - e animais - para outros lugares e épocas. Após uma pequena discussão com sua mãe e padrasto, Pilar percebe que Samba desapareceu na rede. Depois que Breno chegou a sua casa, os dois embarcam juntos nessa viagem mágica, com destino incerto, para resgatar o gato fujão.

Chegam então a Machu Picchu, onde fazem amizade com a jovem Yma e o “domador de insetos” Tunki. Na Cidade Sagrada, conhecem um pouco da cultura peruana, experimentam choclos e quinoa, alimentos típicos do local, e aprendem palavras no idioma quéchua.

Compondo as tradições incas, o Sacerdote Supremo decide levar o gato Samba e Yma para servirem ao deus Sol e ao imperador, condenando-os a uma vida de exclusão. Mas é claro que Breno, Tunki e Pilar não deixam isso barato e se envolvem em confusões perigosas – como fugir de um puma carregando uma lhama bebê, Cori, nas costas – no resgate de seus amigos. No caminho, eles se deparam com mais personagens corajosos e redescobrem os significados de companheirismo, amizade e amor.


"Diário de Pilar em Machu Picchu" é a quarta aventura de Pilar pelo mundo e o primeiro livro da série a sair pelo selo Pequena Zahar. A edição traz dicionário de palavras inventadas por Pilar, um pequeno dicionário de quéchua (o idioma dos incas), mapa de Machu Picchu e da trilha inca e mapa da América do Sul. E mais: a partitura do “Samba do Samba”, composto por Pilar e Breno.

A autora: Flávia Lins e Silva estudou jornalismo na PUC-Rio e fez mestrado em literatura para crianças e jovens pela UAB, de Barcelona. Além dos títulos da série Diário de Pilar, publicou Os detetives do Prédio Azul e Nas folhas do chá, editados pela Zahar.

A ilustradora: Joana Penna é carioca da gema e cidadã do mundo. Estudou design e ilustração em Barcelona, e depois de morar em Londres e Sri Lanka, vive hoje perto de Nova York. Tem ilustrações publicadas em 16 livros, e seus trabalhos podem ser vistos no site joanapenna.com.

Opinião: Adorei! Recomendo a aventura. ;) Ilustrações perfeitas e um texto envolvente, simples e gostoso de ler. A edição da Zahar, mais uma vez, arrasou: páginas, formatação e capa impecáveis. Um livro educativo, que traz muitas curiosidades e informações interessantes aos pequenos - e grandes! - leitores. Realmente me senti numa viagem ao Peru junto com Pilar e sua turminha. O fato da protagonista inventar muitas palavras e escrever um diário fez com que eu me identificasse com ela porque também possuo esses dois hábitos. Ah, os bonequinhos que usei nas fotos vieram do Peru, mas foram comprados no litoral brasileiro mesmo. rs Quero muito ler os outros livros da série (que antecedem esse) pois alguns detalhes, como a ausência do pai de Pilar, não ficaram claros para mim.

Algumas páginas do livro:


Espero que tenham gostado!

[Sorteio] - Livro: A extraordinária viagem do faquir que ficou preso em um armário Ikea

Olá! Li recentemente "A extraordinária viagem do faquir que ficou preso em um armário Ikea" e achei ótimo. Trata-se de um romance super gostoso (ora engraçado, ora triste) escrito por Romain Puértolas. Chamou minha atenção desde a capa, com esse titulo incomum. Conheça um pouco da história lendo a resenha que postei: [Resenha] - Livro:  A extraordinária viagem do faquir que ficou preso em um armário Ikea.

A Record disponibilizou um exemplar para sorteio! Quer levar esse homem de turbante, rosto moreno atravessado por um bigode, grande, seco e nodoso como uma árvore para casa? Então participe! As regras são as mesmas de sempre, mas, caso não as conheça, estão aqui:

Regras
1. Ter endereço de entrega no Brasil;
2. Curtir a página do Ratas de Biblioteca no facebook;

3. Preencher o formulário abaixo UMA ÚNICA VEZ.

Chances extras
Você pode preencher o formulário mais uma vez sempre que:
1. Compartilhar a imagem da promoção no Facebook PUBLICAMENTE (não se esqueça deste detalhe, você precisa alterar a configuração de privacidade);
Exemplo de post "público".

Atenção: Não há limites compartilhamentos no Facebook, mas pedimos que seja apenas uma vez por dia, ok?

2. Divulgar o sorteio em seu blog;
3. Comentar em qualquer post do Ratas que tenha sido publicado a partir do dia 10/06/2014.
4. Seguir o @rtsdebiblioteca no Twitter;
5. Tweetar "Preciso conhecer A extraordinária viagem do faquir que ficou preso em um armário Ikea junto com as @rtsdebiblioteca";
6. Seguir o blog publicamente no Google Friend Connect (para isso, clique em Participar deste site, na coluna à direita);
7. Seguir @rdebiblioteca no Instagram (instagram.com/rdebiblioteca).


Dúvidas? É só me perguntar!

Você pode participar até o dia 13/07/2014. O sorteio será realizado via Random.org e o vencedor será notificado por e-mail (caso não responda em até 48h, outra pessoa será sorteada).

Boa sorte!

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RESULTADO


Obrigada a todos que participaram! Parabéns, Patrícia Gomes! 

[Resenha] - Filme: A culpa é das estrelas

Estava muito ansiosa para essa estreia! O livro já foi resenhado pela Amanda aqui no blog ([Resenha] - Livro: A culpa é das estrelas).
Sinopse: Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.


Sou, como a maioria dos leitores, muito chata quando me deparo com as adaptações cinematográficas dos livros. Comparar os dois é inevitável e, ao mesmo tempo, desleal. Durante a leitura, a imaginação corre livre, os acontecimentos são mais explicados e detalhados. Por outro lado, os filmes também são capazes de prender a atenção, fazer rir e emocionar.

Assistir ao filme "A culpa é das estrelas" foi uma experiência interessante. Achei que a produção conseguiu capturar muito do livro. Os fatos descartados não eram triviais e não me deixaram com raiva. haha Os atores foram bem escolhidos e passaram a magia dos personagens de John Green. Não há como dizer que o livro é melhor porque, como disse, são coisas diferentes. Criações e trabalhos distintos, ambos conseguiram prender minha atenção (fato importante, tendo em vista que eu costumo pegar no sono em salas de cinema).

Shailene Woodley como Hazel Grace estava maravilhosa, assim como Ansel Elgort no papel de Gus. Nat Wolff foi um Isaac (amigo do casal protagonista) bem mais bonito do que eu havia imaginado durante a leitura! A impressão que tive no decorrer do filme era de que os três atores eram amigos de verdade, tamanha a cumplicidade em cena.

Não preciso dizer que saí de lá soluçando, né? Uma história forte e linda, apesar de todo o clichê envolvido. Como disse, eles apreenderam muito da obra literária e não fiquei decepcionada em nenhum momento. Mas o conselho que dou é que não se prendam à opinião de que o filme precisa ser uma cópia exata do livro! Afinal, durante a leitura, cada um acaba construindo uma interpretação própria. Por não ter mantido expectativas altas, felizmente me surpreendi. Chorei e ri bastante.

Recomendado!

Avaliação:

[Resenha] - Livro: A extraordinária viagem do faquir que ficou preso em um armário Ikea

O livro "A extraordinária viagem do faquir que ficou preso em um armário Ikea", escrito por Romain Puértolas e editado pela Record, tem 256 páginas e conta a inesperada aventura de Ajatashatru Ahvaka (pronuncie como amarre aqui sua vaca,  haja urubu e vaca, acha que está cru ou do jeito que preferir).

Ele nasceu na aldeia indiana de Kisheyogoor (quiche e iogurte) e, com a morte de sua mãe, foi abandonado também pelo pai. Criado por uma vizinha - a quem deve sua sobrevivência -, Ajatashatru pagou, na infância, o preço por ser uma criança desenvolta e bonita nascida numa sociedade problemática. Explorado sexualmente desde os nove anos, aprendeu a duras pedras que, para conseguir uma vida confortável, precisaria ser trapaceiro.

Faquir profissional, Ajatashatru Ahvaka Singh era capaz de engolir cacos de vidro, entortar garfos na língua, serrar partes do corpo... tudo com ajuda de truques e materiais que garantiam essas ilusões. Com sua lábia, convenceu as pessoas de sua aldeia de que precisava urgentemente viajar para a França! O motivo? Dores nas costas que só seriam curadas se comprasse uma Camadepregosa - um modelo de cama de pregos vendida pela Ikea. Sua intenção verdadeira era revendê-la quando retornasse à Índia.

A população juntou o dinheiro para as passagens e a compra da cama seria feita com uma nota de cem dólares falsa impressa apenas de um lado. Ajatashatru chegou à Europa e a primeira pessoa com que teve contato foi um taxista cigano que enganou com essa mesma nota de cem. Mal sabia ele que naquele momento surgia uma tremenda e perigosa inimizade.

Já na loja Ikea, o faquir fez a encomenda da cama e efetuaria a compra no dia seguinte. Como não tinha dinheiro para hotel, decidiu passar a noite ali mesmo. Enganou uma moça na fila do restaurante, fingindo que ela quebrara seus óculos. Com pena, ela lhe pagou uma refeição e ainda lhe deu algum dinheiro. Seu nome era Marie e, apesar das condições em que se conheceram, acabaram se apaixonando. Despediram-se jurando que se reencontrariam.

A loja fechou e, sem perceber que esta era repleta de câmeras, Ajatashatru deixou o esconderijo sob uma das camas e decidiu dar uma volta por ela. Foi quando ouviu um barulho e, assustado, se escondeu dentro de um dos armários. Os sons que ouvira vinham de funcionários que embalariam mercadorias. O armário Ikea - contendo um homem de turbante, rosto moreno atravessado por um bigode, grande, seco e nodoso como uma árvore - foi então despachado para outro país.

Tem início aí uma viagem involuntária do faquir por diversos países. No trajeto, ele tem contato com imigrantes ilegais, celebridades e piratas. O livro de Romain Puértolas surpreende, encanta, faz rir e, também, emociona. Essa aventura reconstrói os valores do indiano Ajatashatru que, de faquir, passa a escritor. Os "baques" sofridos por ele acabam tendo impacto na vida do leitor.

Opinião: Comecei dando risada, depois fiquei triste e, então, feliz de novo! Um livro que explora emoções e tem capítulos curtos - o que eu adoro! A capa e o título chamam a atenção e atiçam a curiosidade. O Grupo Editorial Record enviou um exemplar acompanhado de pregos e parafusos. De início, claro, não entendi. Com a leitura, vi que esse era o alimento de Ajatashatru - pelo menos o que ele fingia comer diante de sua aldeia.

Como desconheço a cultura indiana, não sei se a representação feita por Romain Puértolas condiz com a realidade. (Não me assustaria, no entanto, se fosse verdadeira. Pelo menos com base no que tenho visto nos jornais). O autor trata também da imigração ilegal, ao incluir nas aventuras do faquir personagens que tentam a sorte na Europa para enviar dinheiro às suas famílias.

Leitura gostosa e engraçada, "A extraordinária viagem do faquir que ficou preso em um armário Ikea" me surpreendeu positivamente. Há, ainda, dentro do livro, um outro livro! O faquir, durante a história, escreve "Deus viaja de táxi". Acompanhei e torci pelo amadurecimento do personagem principal e super recomendo a leitura! 

Avaliação:

[Lançamento + Sorteio] - Orange is the new black #OITNB

Olá! É hoje a estreia da segunda temporada de Orange is the new black no Netflix e a Editora Intrínseca aproveita a data para divulgar o lançamento do livro que inspirou a série premiada pelo Instituto Americano de Cinema. Escrito por Piper Kerman, a obra estará disponível nas livrarias a partir do dia 09 de maio!

Não conhece? Segue a sinopse:
Quando era jovem, tudo o que Piper Kerman queria era viver novasexperiências, conhecer pessoas diferentes e descobrir o que fazer com odiploma recém-adquirido da prestigiosa Smith College. Anos depois, comum bom emprego e prestes a se casar, ela recebe uma visita inesperada: a polícia. Piper estava sendo intimada para responder por envolvimento como tráfico internacional de drogas.

A acusação era verdadeira: recém-formada, Piper teve um caso com uma traficante glamorosa que a convenceu a levar uma maleta de dinheiro para a Europa. Sua aventura pelo submundo
do crime voltou à tona no dia em que a polícia bateu à porta dela. Depois de uma dolorosa odisseia pelo sistema judiciário americano, Piper é condenada a quinze meses de detenção numa penitenciária feminina no meio do nada — longe dos amigos, da família e de tudo o que ela conhecia.

Em Orange Is the New Black, Piper apresenta casos curiosos,perturbadores, comoventes e divertidos do dia a dia no presídio. Cercada de criminosas, logo percebe que aquelas mulheres são muito mais complexas do que ela imaginava. Ao mesmo tempo que aprende a conviver com regras arbitrárias e um rigoroso código de conduta, Piper revela as alegrias e angústias das presidiárias e analisa a crueldade com que o sistema carcerário as desumaniza e faz com que sejam invisíveis ao mundo exterior.

Ficou curioso? Quer saber mais sobre Piper? Então agora vem a melhor parte: A Intrínseca liberou um exemplar do livro e uma camiseta para sortearmos entre os leitores do Ratas de Biblioteca! Para participar, basta compartilhar publicamente a imagem que postamos lá na fanpage do blog (clique aqui)! :) A promoção vai até o dia 30 de junho! Não deixe de compartilhar e concorrer! #OITNB